sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Poesia concreta para um amor abstrato


Um dia eu fiz uma poesia para Guga. Isso foi lá no início da minha nova vida materna. Não lembro se ele já falava, só sei ao certo que ele já nos entendia. À medida que foi aprendendo a falar, ele passou a completar e interpretar os versos (não se esqueçam que ele é gênio), o que me deixava e ainda me deixa mais apaixonada. Às vezes, eu passo tempos sem recitar a minha grande obra e quando relembro, constato que ele a mantém fresca na sua memória de elefantinho.

Vale alertá-los que eu não tenho medo do ridículo, até porque o meu muso inspirador já aprovou os meus versinhos.

Eu te amo
Amo, amor...
Amor, coração...
Coração, denguinho...
Denguinho, gostoso...
Gostoso, hummmmm...
Guga!

Como eu não sou boba nem nada, eu ensinei que podemos trocar o nome dele pelo da mamãezinha aqui. Sei lá, ele aprendeu fácil e eu gostei :).

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