quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Salvador - Guga imerso na baianidade


Confesso que estava com preguiça de escrever sobre as férias em Salvador. Foram muitas emoçõoooes!

O tempo colaborou, já que fez sol na maioria dos dias, com exceção de uns dois dias. Por outro lado, o calor que nos levar à praia e permite a maioria dos passeios, muitas vezes faz com que tudo que se faça fique muito mais cansativo.

Bem, a nossa rotina girou basicamente na ida à praia e ao clube e às visita aos parente e amigos. Mas praia e piscina são disparados os prediletos do meu bichinho.
Frequentamos bastante a Associação Atlética da Bahia, um clube que somos sócios e que recentemente foi reinaugurado. Piscina é mais prático que praia. Suja menos, é mais fresco. Foi uma alternativa ótima e Guga adorou, tanto a piscina rasa quanto a funda. Viva as boinhas! Virei fã!


Outro ponto forte da viagem, eu não canso de dizer, é o contato intenso com a minha família. Todos amam ele e ele ama todos. Pegou bastante afeição por minha mãe, tanto é que quando ela sumia das suas vistas, ele perguntava: - Cadê a vó? Depois, com o passar dias, já tinha incorporado o sotaque baiano. Ai o jeito era outro: - Cadê minha vó?


Meu pai e ele também ficaram num xodó, só! Ele adorava pegar no umbigo bizarro do meu pai, adorava brincar na casa dele, ignorando o calor que beirava uma sauna. O auge foi o dia em que meu pai estava tendo aula de pilates e Guga quis participar ativamente. Meu pai ria e ele também se esbaldava, repetindo as orientações do meu primo Rodrigo, fisioterapeuta, e também subindo na pancinha do vovô, ajudando a atrapalhar a sessão. Tudo isso regado a muita risada de todos.




Esse ano eu busquei mais contato com amigas que não via fazia muito tempo, como por exemplo, Dani Teixeira. Tivemos um dia super agradável no Iate Clube de Salvador, um lugar lindo, pois a piscina faz fronteira com o mar. Coisa linda mesmo. Guga logo se espantou: - Mamãe, o que ser esse mar? Aquela paisagem despertou a sua imaginação: - Mamãe, cadê a casa de Papai Noel? Ontá Mamãe do Céu? (alguém falou sobre essa entidade, e por questões óbvias, eu fiquei sem saber o que dizer). Lua e estrelas viram tema da conversa, pois ficamos lá até o anoitecer. Foi ótimo!


Logo nos primeiros dias fomos para Praia do Forte com Patola e Ernestinho, filho dela de 3 anos. Procuramos um local com piscinas naturais (lá é o que não falta) e fizemos a festa. Logo logo outra criança se juntou a nós e ai eles brincaram pra caramba. Na volta da praia, fomos até o Projeto Tamar para tomar banho de água doce, almoça e depois ver as tartarugas. De fato, tudo isso aconteceu, mas de forma pouco tranquila, pelo menos para mim.



No caminho do Projeto Tamar, eu já estava com fome (urrando!), o sol tava de lascar e Guga querendo correr pela areia quente, se sujando todo, ou querendo colo, me matando de cansaço. No banho de água doce ele fez vários cocôs no chuveiro público. Momento vergonha e trabalheira. O almoço demorou e não estava bom. Guga com toda energia para brincar e fugir do restaurante em direção às tartarugas. Alegria para ele e cansaço para a mamãe aqui. 40 graus de sol e calor. Finalmente fomos até o reservatório dos bichos e ele amou! Ernestinho também! Mas eu e Patola já estávamos exaustas, querendo voltar. Quando chegamos ao carro, tinha sido rebocado. Estacionamos em lugar proibido! Enfim, até resolver tudo, pagar multa e tudo mais, já eram quase 18 hrs. Porém, mesmo com todo cansaço, Guga adorou e até hoje fala da praia do forte!

O nosso reveillon foi bastante caseiro, justamente como eu queria. Não tava disposta a enfrentar trânsito e multidão com Guga, ainda mais que ele certamente estaria dormindo, ou querendo dormir. Patola e Ernestinho vieram para nossa casa e eles brincaram bastante. Demos banho e vestimos branco nos nossos meninos, para que eles seguisse a nossa tradição. Dormiram tranquilos e nós terminamos a noite vendo os fogos, desejando o melhor para 2011 e falando da vida. Sem stress e com muita amizade, como diz Elaine.



No mais, visitamos Mary e Gui, ele tomou banho de piscina na laje, fomos para a pracinha e muita, muita praia. O meu peixinho ficou tanto na água nesse verão que teve Otite. Então, nos 4 últimos dias, ficamos de molho em casa. A sorte é que a dor não parecia ser tão forte, pelo menos ele aguentava brincar e tal. O chato é que para que ele melhorasse, tivemos que dar antibiótico. Mas é isso aí! Pelo menos ele aprendeu a migulhá.

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